WebDFe - O que é gestão de custos_ Saiba como beneficiar sua pequena empresa

O que é gestão de custos? Saiba como beneficiar sua pequena empresa

Conheça a importância dessa atividade a curto, médio e longo prazo.

Você sabe o que é gestão de custos e qual é a sua importância para as empresas? A resposta para esta pergunta pode estar relacionada à situação financeira do seu negócio hoje, o que mostra como ele é relevante.

De fato, não é incomum não saber como responder a ela. Prova disso é o número de empresas que fecham em decorrência de problemas financeiros, como mostra o estudo Causa Mortis, divulgado em julho de 2014 pelo Sebrae-SP e cujos dados foram obtidos através do rastreamento de 2.800 empresas e de 2.008 entrevistas.

Alguns números interessantes obtidos nele são os seguintes:

– 39% não sabiam qual era o capital de giro necessário para abrir o negócio;
– 31% não sabiam o investimento necessário para o negócio;
– 55% não elaboraram um plano de negócios;
– 53% das empresas em atividade acompanham rigorosamente as receitas e as despesas, contra 46% das empresas encerradas;
– 71% enfrentaram dificuldades no primeiro ano, sendo que entre todos os negócios, 14% sofreram com a falta de capital e/ou de lucros;
– Entre as empresas encerradas, 19% alegaram que o principal motivo foi a falta de capital / lucro.
– O valor da perda média foi de R$ 57.456, sendo que 7% das empresas encerradas alegaram ter perdido mais de R$ 100 mil.

Caso tais empresas tivessem conhecimento sobre a gestão de custos, pode ser que os resultados fossem diferentes, o que também liga um sinal de alerta para o seu negócio. Porém, felizmente, é possível retomar as rédeas da situação.

Continue conosco para entender melhor sobre o tema e saber como sua micro ou pequena empresa pode ser beneficiada.

O que é gestão de custos?

Basicamente, é a gestão de todas as despesas que a empresa tem para o seu funcionamento. Assim, torna-se possível saber exatamente como anda a sua vida financeira, o que é indispensável a curto, médio e longo prazo.

A gestão empresarial traz muitos desafios, especialmente para quem nunca tenha estado nessa posição, mas também para grandes especialistas e pessoas que tenham experiência na área, e entre tantas necessidades, a gestão de custos corresponde a uma das principais.

Imagine, por exemplo, que a sua empresa fabrique calçados. Para que ela se mantenha sustentável, é necessário que o preço cobrado em cada um deles seja suficiente para arcar com as despesas de material e de mão de obra, além de pagar o salário dos colaboradores e sobrar uma parcela para a remuneração de seu dono.

Porém, quando não se sabe quanto se gasta para fabricar cada calçado, pode ser que seu preço de venda seja menor do que o valor investido em seu desenvolvimento, o que é fatal para aquele negócio.

Se for esta a realidade da empresa, mesmo que ela venda 2 mil calçados em um mês, não será possível ver lucros ou, por vezes, nem o dinheiro necessário para pagar os fornecedores de materiais e os colaboradores. Dentro de pouco tempo, seu futuro pode ser o fechamento das portas, infelizmente.

Seja qual for o segmento da empresa, saber o que é gestão de custos e aplicá-la minuciosamente é fundamental para a continuidade daquele negócio, bem como para seu sucesso, especialmente a médio e longo prazo, mas que também se observa em um futuro próximo.

Confira também: Como sair da crise financeira em sua empresa?

Como aplicar a gestão de custos em minha empresa?

Pode ser que você tenha ficado um pouco assustado com as estatísticas que vimos no início do artigo e também com o exemplo anterior, mas fique tranquilo, pois você pode começar a gestão de custos hoje mesmo! Confira algumas dicas práticas e eficientes:

Revise as despesas regularmente

Para gerenciar bem os custos é preciso saber quais são eles. Portanto, o primeiro passo é analisar profundamente tudo o que sua empresa gasta – e com o que ela gasta.

Como pode ser a primeira vez que você faz isso, o procedimento deve dar um pouco de trabalho. Para facilitar, considere as despesas por semana, por quinzena ou por mês, o que já dá uma luz importante para saber por onde começar.

Durante a revisão, anote tudo em um caderno ou, preferencialmente, em uma planilha no Excel, de modo a conseguir ter um controle bem completo sobre os custos da empresa.

Depois de fazer este primeiro trabalho, mais complexo, você já saberá qual é o caminho. A partir de então, acompanhe todas as despesas para entender se estão dentro do planejado ou não.

Corte os custos desnecessários

Quando fizer a primeira análise, provavelmente você tomará um susto com os valores, o que é normal. Isso pode acontecer porque, por vezes, há gastos ali que não são essenciais e, portanto, devem ser descartados – ou reduzidos, se for o caso.

Por exemplo, se você não assiste TV no trabalho, não há porque ter um plano por assinatura para o escritório. Esta é uma despesa que pode ser eliminada para que os custos caiam.

Do cafezinho às assinaturas anuais que você faz, mas nem sempre se lembra, veja o que pode ser eliminado ou ter seu custo reduzido para ajudar na sustentabilidade da empresa.

Confira também: Como gerenciar sua empresa com a pandemia do novo Coronavírus?

Quando pensar em gastar, espere um pouco

Parece estranho, mas acredite: o processo funciona. Quando você pensar em comprar algo para a empresa, espere pelo menos um dia. Então, no dia seguinte, reconsidere se aquilo realmente é necessário e, se for, compre.

Esta estratégia de gestão de custos te ajuda a evitar as compras por impulso, que podem ser responsáveis por uma boa parcela do seu orçamento. Um único dia é capaz de fazer uma diferença notável em suas contas!

Você sabe? Quanto custa abrir uma empresa para começar a empreender?

O que minha pequena empresa tem a ganhar com a gestão de custos?

Na verdade, todas as companhias podem ser beneficiadas, já que quanto menores forem os custos, melhor. Porém, quando pensamos em empresas menores, cujo faturamento também tende a ser menor, as economias são ainda mais significativas.

Eliminar algumas despesas e reconsiderar outras é capaz de afetar diretamente quanto dinheiro sobra no final do mês, o que, por sua vez, impacta na capacidade de crescimento daquela empresa e também na sua remuneração, ambos detalhes muito importantes.

Outra dica interessante para gerenciar os custos é ter um sistema de emissão de documentos fiscais eletrônicos para o seu negócio, como o WebDFe, que agora oferece um plano gratuito, com algumas restrições, para pequenos empreendedores. Assim, tecnologia, eficiência e economia podem andar juntas!

Agora que você já sabe o que é gestão de custos, aplique nossas dicas e veja como os resultados devem te surpreender. Lembre-se: cada centavo conta!

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WebDFe - O que é gestão comportamental_ Compensa aplicar em minha empresa

O que é gestão comportamental? Compensa aplicar em minha empresa?

Entenda este conceito e saiba se é uma boa pedida para o seu negócio.

Se você não sabe o que é gestão comportamental, saiba que pode estar deixando de lado um conceito capaz de revolucionar a forma de gerenciar sua equipe, o que, consequentemente, tem o potencial de ser a chave entre a geração de resultados fantásticos e um desempenho aquém de suas forças.

Embora não seja tão comum nos processos de gestão, sua aplicação tem grandes chances de elevar sua empresa a outro patamar, além de ajudar no estabelecimento de uma cultura sólida e que continuará a render bons frutos durante bastante tempo.

De acordo com um estudo da ReportLinker, estima-se que o valor de mercado global da gestão de recursos humanos atinja US$ 30,01 bilhões em 2025, registrando uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 11% entre 2019 e 2025, e a gestão comportamental deve ser responsável por parte deste valor.

Continue conosco para conhecer este conceito transformador e que você provavelmente terá o desejo de implantar em sua empresa, dados os benefícios que pode proporcionar.

O que é gestão comportamental?

É a aplicação de uma abordagem mais humana e próxima na gestão de pessoas, que leva em consideração as características comportamentais de cada um deles, a qualidade do relacionamento entre a equipe e o bem-estar do time como um todo.

Ao invés de simplesmente delegar tarefas e exigir que elas sejam concluídas, a gestão comportamental ajuda a criar condições que mantenham os colaboradores satisfeitos e motivados. Aqui, fatores psicológicos e sociais pesam mais que as finanças, embora sua aplicação tenda a influenciar positivamente no faturamento.

Quando se pensa em gestão de pessoas nas empresas, é fato que algumas dessas características são levadas em consideração, porém não com tanta profundidade, já que não possuem um lugar de destaque.

O objetivo é o de fazer com que o relacionamento seja saudável e de que as pessoas se sintam bem, mas dá-se um grande destaque para as habilidades e competências, enquanto o comportamento fica em segundo plano.

Acontece que a forma com a qual um colaborador se comporta influencia diretamente em seu trabalho e no restante da equipe. Ao pensar que isso também se aplica a todos os demais profissionais, a importância da gestão comportamental torna-se ainda mais evidente.

Pense, por exemplo, em um gestor de pessoas. Além de seus conhecimentos técnicos e práticos, que são super importantes, ele também deve saber lidar com a ansiedade, o nervosismo e a carga emocional dos colaboradores para que tenha um bom desempenho.

Caso não consiga controlar a parte comportamental, pode ser que não obtenha o êxito que suas habilidades e competências o permitiriam, o que, por consequência, coloca em xeque seu desempenho e até mesmo a continuidade de sua carreira profissional.

Neste caso, o mesmo profissional poderia ser delegado a outras funções, como gestão de projetos ou gestão financeira, por exemplo, desde que suas experiências o capacitem para tal. Assim, ele seria melhor aproveitado, o que é benéfico tanto para a companhia quanto para ele próprio.

A gestão comportamental deve levar as soft skills também em consideração, habilidades que não podem ser mensuradas diretamente (trabalho em equipe, oratória, comunicação verbal, flexibilidade, criatividade e afins), mas são indispensáveis para um bom trabalho.

Quando nasceu a gestão comportamental?

A abordagem parece ser bastante atual, já que foca no bem-estar e na qualidade de relacionamentos entre as pessoas, dois fatores de grande peso em nossa sociedade, mas suas origens datam de várias décadas.

A experiência de Hawthorne, feita em 1927 pelo Conselho Nacional de Pesquisas dos Estados Unidos, teve como objetivo analisar qual era a relação entre a intensidade da iluminação no ambiente e a eficiência dos operários da Western Electric Company, em Chicago.

Coordenada pelo psicólogo Elton Mayo e por outros colaboradores, ela também versou sobre outros assuntos, como acidentes no trabalho, fadiga, rotatividade dos profissionais e o efeito que as condições de trabalho exerciam sobre a produtividade dos funcionários.

Algumas das conclusões que ela trouxe foram as seguintes:

– A produtividade dos colaboradores não é determinada por sua capacidade física ou fisiológica, mas sim por normas sociais e por expectativas dos grupos.

– As ações e reações dos colaboradores não se dão de maneira individual, mas sim com eles assumindo a posição de membros de grupos.

– A motivação dos colaboradores está norteada por seu reconhecimento, pela aprovação social e também por sua participação em atividades dos grupos sociais em que convivem, não apenas por incentivos salariais.

É fato que a gestão comportamental não se baseia apenas nisso, além de que este estudo já foi discutido (e refutado) posteriormente por especialistas, mas é interessante notar que análises e abordagens com foco nos comportamentos já existem há um bom tempo.

Veja também: Gestão de crises corporativos: o que é e como fazer

Como aplicar a gestão comportamental na organização?

Por ser um conceito disruptivo e que vai contra o que é praticado em boa parte do mercado, nem sempre se sabe como proceder para aplicá-lo. É por isso que nós separamos as seguintes dicas, que podem ser colocadas em prática na sua empresa quando ela estiver preparada para esta mudança:

– Pense nas pessoas, não apenas em suas competências. A correria e a competitividade do mundo corporativo podem fazer com que nos esqueçamos de que, além de currículos, formações e experiências anteriores, temos ali pessoas, com sentimentos, esperanças e expectativas. Lembrar-se disso é um dos primeiros passos para mudar a forma de gestão.

– Coloque-se no lugar dos outros profissionais. A empatia é uma soft skill que pode te permitir enxergar as soft skills de outras pessoas. Ponha-se no lugar delas, o que tende a ajudar bastante na tomada de decisões melhores e pautadas na humanidade.

– Esteja disposto a ouvir. Cada pessoa tem o seu papel na empresa, mas independentemente de qual seja sua posição hierárquica, é importante que ela tenha a possibilidade de falar (e que saiba disso). Mostrar-se aberto a ouvir os outros é algo que pode iniciar a construção de bons relacionamentos profissionais.

– Tente avaliar o comportamento nos processos de recrutamento e seleção. Além de aplicar os conhecimentos da gestão comportamental na organização e em seus colaboradores atuais, lembre-se da importância de analisar tais características quando for contratar alguém. Olhe a pessoa que está além do currículo e descubra grandes (e positivas) surpresas.

Vale a pena aplicar a gestão comportamental na organização?

Sim! Ainda que sua empresa não aplique a gestão comportamental de maneira integral, tente fazer com que o conceito comece a ser assimilado o quanto antes.

A partir do momento que se preza mais pelas relações humanas, pelas emoções e pelos comportamentos, a empresa pode obter ótimos resultados organizacionais, produtivos e até financeiros. Afinal, mesmo em meio a tantos números, tarefas e índices de avaliação, ainda somos pessoas lidando com pessoas!

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WebDFe - O WebDFe quer ajudar a sua empresa neste momento difícil! Saiba como

O WebDFe quer ajudar a sua empresa neste momento difícil! Saiba como.

Queremos fazer o que está ao nosso alcance para que você passe essa turbulência da forma mais natural possível.

O mundo passa por um momento complicado. A pandemia do novo Coronavírus não escolhe alvos, e todos estamos sujeitos a nos deparar com a situação, além de presenciar os males que ela está trazendo.

O contato social foi modificado em praticamente todos os lugares, alguns com maior intensidade e outros em menor proporção. Hospitais e pronto-socorros operam em ritmo frenético, pessoas estão ficando com a saúde fragilizada e, infelizmente, vidas estão sendo perdidas para este inimigo invisível.

Além disso, há que se considerar também a situação complicada para a economia. Várias empresas tiveram seu faturamento afetado e elas não sabem exatamente quando as coisas voltarão aos trilhos, o que traz uma grande preocupação em relação à sustentabilidade e continuidade dos negócios.

O Barômetro Econômico Global, feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) em colaboração com o Instituto Econômico Suíço KOF, da ETH Zurique, mostra que os impactos da economia já se alastraram para todo o mundo.

Os dois indicadores globais analisados (Barômetro Coincidente e Antecedente da Economia Global) apresentaram retração, tendo o Coincidente passado de 92,4 pontos para 78,0 pontos (-14,4) e o Antecedente passado de 97,6 pontos para 87,2 pontos (-10,4), ambos considerando a variação de fevereiro a março.

É importante destacar que este estudo ainda não considerou a propagação da epidemia para além da região da Ásia, já que os dados coletados são de fevereiro, ou seja, a situação provavelmente é pior que isso. Foi o nível mais baixo de ambos indicadores desde 2009, ano da crise econômica.

Para os micro e pequenos empreendedores, a situação é ainda mais grave, pois diferente das grandes empresas, não costuma haver reservas financeiras tão significativas e a saúde financeira depende muito do que é comercializado ou oferecido a curto prazo.

Não queremos aqui, porém, focar nos assuntos negativos, pois os noticiários, sites, programas de rádio e redes sociais já estão cheios deste tipo de conteúdo. O objetivo do WebDFe é de trazer uma boa notícia, que pode ajudar você, que está lendo neste momento.

Continue conosco para saber um pouco da história do WebDFe e da empresa que o criou para, então, conhecer a solução que temos para te apresentar, a qual pode dar um grande impulso para enfrentar a situação atual, e o melhor, sem que você precise gastar nada.

O surgimento do WebDFe

Nós temos um artigo em que apresentamos o WebDFe, mas ele foi mais voltado às funcionalidades do nosso portal de emissão de documentos fiscais. O que queremos aqui é contar um pouco do que está por trás da criação do WebDFe.

Nosso software foi criado em julho de 2019. Embora a solução seja benéfica a clientes de todos os portes, o objetivo foi de atender às micro e pequenas empresas, que geralmente possuem recursos limitados para investir em tecnologia.

Sabendo que a gestão fiscal é um assunto determinante, tivemos a ideia de criar um portal de emissão que fosse simples, prático, seguro e eficiente para ser utilizado por todos, dos grandes conhecedores de informática às pessoas que só usam o computador quando realmente precisam.

As empresas de menor porte sempre foram como um combustível para nós. Muito mais que um nicho de mercado, nós enxergamos ali as histórias dos empreendedores, os sonhos que eles têm de ser os donos de seus próprios negócios e, assim, impactar positivamente o mercado.

O WebDFe é um software que foi desenvolvido pela Eptus Corporation, empresa com mais de 27 anos de experiência no mercado, consolidada no ramo de gestão empresarial, soluções fiscais e consultoria, com clientes espalhados por todo o Brasil.

Hoje, a Eptus é uma empresa de sucesso, mas há algumas décadas, também éramos uma companhia de menor porte, que sonhava em conquistar grandes coisas no mercado, o que felizmente aconteceu.

Além de te ajudar a entender de onde vem a nossa expertise, queremos deixar claro que entendemos a realidade das empresas de menor porte e sabemos de todos os desafios que elas têm, os quais são encarados com muita determinação e vontade de vencer e, assim, ajudam na construção de companhias bem-sucedidas.

Neste cenário, pensamos em uma alternativa que pudesse ajudar os micro e pequenos empresários a passar pela atual situação econômica e, além disso, fazer com que eles consigam se manter firmes quando tudo melhorar. Foi aí que tivemos uma ideia que pode ajudar a sua empresa.

O que o WebDFe tem a oferecer para o meu negócio?

Nós criamos um plano gratuito para utilização do WebDFe. Sem complicações, sem letras pequenas: é um plano que sua empresa pode utilizar sem pagar nada, e o melhor, para sempre!

Sobretudo para ajudar a parcela mais vulnerável da sociedade e devolver um pouco de tudo o que ela já nos proporcionou ao longo de mais de um quarto de século, agora você tem a possibilidade de desfrutar do nosso portal de emissão de documentos fiscais eletrônicos sem precisar pagar nada.

A decisão está totalmente de acordo com a Política de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) da Eptus Corporation, que norteia nossos passos para que sempre tenhamos a ética, a responsabilidade, a sustentabilidade e a humanidade como nossos pilares.

Este novo plano, voltado aos pequenos empreendedores, tem as seguintes restrições:

– 1 emitente;
– 1 usuário;
– 3 documentos fiscais por mês (por módulo).

Se você se enquadra nos requisitos, fique à vontade para usufruir de nosso plano gratuito, com os mesmos recursos e qualidade dos planos pagos, além do mesmo suporte especializado da equipe técnica que cuida do WebDFe.

A medida pode ajudar na profissionalização do seu negócio e na automação de algumas tarefas antes feitas manualmente, o que poupa tanto seu capital humano quanto os recursos financeiros da empresa. Esperamos que isso sirva como uma luz neste período tão complicado que vivemos e também para além dele.

Não temos dúvidas de que precisamos ajudar na construção de um mundo melhor, e essa é a nossa contribuição para que o objetivo esteja cada vez mais próximo de sua realização.

Se você deseja aproveitar a nossa proposta (que reiteramos, é gratuita e por tempo ilimitado), acesse a nossa página de planos e faça o seu cadastro. Nossa equipe está pronta para te ajudar com qualquer dúvida que você tenha.

Muito obrigado por ser nosso cliente. Vamos, juntos, enfrentar este momento, superá-lo e, depois que ele tiver ido embora, continuar em pé, firmes e fortes, para enfrentar os próximos desafios. Que Deus nos abençoe!

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WebDFe - Gestão de crises corporativas_ o que é e como fazer

Gestão de crises corporativas: o que é e como fazer

Entenda o que significa este conhecimento tão importante e como aplicá-lo na prática.

O cenário ideal seria ter uma empresa que jamais passa por problemas, em que os departamentos são perfeitamente alinhados e que não possui uma única rusga para lidar. Porém, como isso nem sempre é possível, a gestão de crises corporativas torna-se um conhecimento essencial.

Não há nada de inglório em ter problemas em qualquer empresa. Afinal de contas, como elas são compostas por pessoas, as quais, por sua vez, são suscetíveis a erros, enfrentar dificuldades é algo que acontecerá cedo ou tarde.

Porém, uma diferença significativa está em saber como lidar com tais situações, de modo que sempre se busque extrair o que há de melhor nelas e, assim, a empresa ganhe bagagem para que tenha condições de crescer e se estabelecer em um mercado em que a competitividade impera.

Continue conosco para entender o que isso quer dizer, bem como o que sua empresa pode fazer para que a gestão dos conflitos seja feita de maneira profissional, planejada e, na medida do possível, tranquila.

O que são crises nas empresas?

Basicamente, é quando algo sai do planejado ou do esperado e pode trazer problemas ao negócio. Alguns exemplos de potenciais crises são os seguintes:

– Desastres naturais, como furacões, terremotos e tsunamis;

– Outras condições climáticas severas, como enchentes e secas;

– Riscos biológicos, como pandemias e doenças transmitidas por alimentos;

– Eventos acidentalmente causados por humanos, como incêndios, explosões, colapsos estruturais e derramamento de materiais perigosos;

– Eventos intencionalmente causados por humanos, como roubos, atentados e incêndios;

– Problemas tecnológicos, como indisponibilidade de funcionamento da internet e ataques cibernéticos.

É realmente normal ter crises na empresa?

Sim, talvez até mais do que você imagina. É isso o que mostra a pesquisa “PwC Global Crisis Survey 2019”, com subtítulo “Preparação para crises como a próxima vantagem competitiva: aprendizado de 4.500 crises”, em tradução livre.

A PwC entrevistou 2.084 pessoas de 43 países e em 25 setores, sendo que 64% dos respondentes eram executivos C-Level e 36% eram chefes de departamentos, ou seja, profissionais que vivenciam tais situações na pele.

69% dos participantes passaram por uma crise nos 5 anos anteriores à pesquisa. 3% passaram por mais de 5 crises, enquanto 38% passaram por 2 a 5 crises, 24% por 1 crise 3% não souberam responder. Apenas 29% afirmaram não ter passado por nenhuma crise neste período.

Em relação aos tipos de crises enfrentados, é interessante mostrar quais foram os percentuais de respostas para cada uma delas, o que evidencia como a gestão de crises é um conhecimento indispensável e que deve ser aplicado em companhias de todos os portes e segmentos. Veja só:

– Financeira / liquidez: 23%
– Falha de tecnologia: 23%
– Falhas operacionais: 20%
– Disrupção competitiva ou de mercado: 19%
– Legal / regulatória: 16%
– Crimes cibernéticos: 16%
– Desastres naturais: 16%
– Transição de liderança: 15%
– Cadeia de suprimentos: 14%
– Falhas em produtos: 14%
– Má conduta da liderança: 12%
– Má conduta ética: 11%
– Mídias sociais virais: 9%
– Disrupção geopolítica: 9%
– Integridade de produtos: 9%
– Violência no ambiente de trabalho: 8%
– Ativismo de acionistas: 7%
– Humanitárias: 7%
– Terrorismo: 5%
– Outras: 0%

Para ajudar a definir as crises por seu tipo, a PwC as dividiu em 7 categorias, além de ter indicado as probabilidades, em números líquidos, de ter tais problemas de acordo com as respostas anteriores. Os resultados foram os seguintes:

– Operacionais: 53%
– Tecnológicas: 33%
– Humanitárias: 29%
– Financeiras: 28%
– Legais: 24%
– Capital humano: 21%
– Reputacional: 20%

Na prática, isso quer dizer que 53% dos respondentes afirmaram que pelo menos uma das crises que passaram foram de natureza operacional, 33% de natureza tecnológica e por aí vai.

Outra informação interessante vem das 3 crises mais disruptivas por território. Para o Brasil, os resultados foram os seguintes:

– Financeira / liquidez: 35%
– Falha ou disrupção operacional: 9%
– Falha ou disrupção tecnológica; disrupção competitiva ou de mercado; má conduta ética; e transição de liderança: 6%

Com isso, fica fácil até mesmo saber quais são as crises mais prováveis pelas quais sua empresa irá passar, embora isso dependa de cada caso, é claro.

O que é a gestão de crises corporativas?

É o processo (ou conjunto de processos) pelo qual uma empresa lida com um evento disruptivo e inesperado que ameaça prejudicar a companhia ou seus acionistas.

O estudo de gestão de crises se originou com grandes desastres industriais e ambientais na década de 1980, ou seja a área é bem recente, embora seja tão fundamental para qualquer companhia.

Não há restrições para a implementação da gestão de crises corporativas em qualquer empresa, tendo em vista que elas podem acometer todas elas, dos grandes players de participação internacional a microempreendedores, o que torna este conhecimento indispensável no mundo dos negócios.

Podemos tomar como exemplo o surto de saúde que se instaurou nas últimas semanas. Saber como gerenciar sua empresa com a pandemia do novo Coronavírus é algo importante para todas as empresas, seja qual for seu porte ou segmento.

Como fazer um plano de gestão de crises?

É difícil apontar uma receita infalível, já que as crises podem ser diferentes entre cada empresa, ou seja, o que funciona em uma nem sempre funciona com a outra. Porém, há um caminho a se seguir capaz de nortear as iniciativas a se tomar.

Um bom plano de gestão de crises deve ter o seguinte:

– Identificar os membros da equipe de gestão de crises;

– Documentar quais serão os critérios utilizados para determinar se uma crise realmente aconteceu;

– Estabelecer sistemas e práticas de monitoramento para detectar sinais prévios de qualquer situação de crise em potencial;

– Especificar quem será o porta-voz no caso de uma crise;

– Providenciar uma lista de contatos de emergência;

– Documentar quem precisará ser notificado quando do acontecimento de uma crise e como essa notificação será feita;

– Identificar um processo para avaliar o incidente, sua severidade em potencial e como isso impactará o espaço físico e os colaboradores;

– Identificar procedimentos para responder à crise e pontos de encontro para os quais os colaboradores podem ir;

– Desenvolver uma estratégia para publicações e respostas nas redes sociais;

– Providenciar um processo para testar a efetividade do plano de gestão de crises e atualizá-lo periodicamente.

Como dissemos anteriormente, os procedimentos podem mudar de acordo com cada empresa, mas este é um bom esqueleto para saber quais são os principais pontos e práticas a se adotar.

Veja também: Quais são as consequências do novo Coronavírus para o seu setor fiscal?

Gestão de crises corporativas: um grande diferencial competitivo para sua empresa

O desejo é o de que as crises fiquem o mais longe possível da sociedade, mas não é possível detê-las completamente. Por isso, ter um plano para lidar com elas é o ideal.

Imagine que uma crise aconteça. Se a sua empresa estiver preparada e a concorrente não, você deve ter muito mais chances de resistir do que ele, o que evidencia o quão importante é delegar esforços para este fim.

Depois de aprender o que é a gestão de crises corporativas, comece imediatamente a planejar o que sua empresa faria caso isso acontecesse, de modo a amenizar os potenciais prejuízos. Afinal, como diz o ditado, cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém!

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WebDFe - Quais são as consequências do novo coronavírus para o seu setor fiscal

Como gerenciar sua empresa com a pandemia do novo Coronavírus?

Veja o que fazer para ter a melhor gestão possível em tempos de uma crise de tamanha proporção.

O novo Coronavírus foi classificado como uma pandemia (doença de propagação mundial) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 11 de março de 2020. Já há algum tempo, porém, ficou claro para todo o mundo que a situação é realmente grave.

As economias globais passam por quedas constantes e apresentam volatilidade até no mesmo dia. Unidades de saúde básica, centros médicos e hospitais estão com dificuldade para atender aos pacientes. A recomendação de ficar em casa é cada vez mais constante nas mídias.

Em meio a uma situação de tamanha importância, fica a pergunta: como manter a gestão da sua empresa? Esta é uma questão altamente relevante, já que não apenas tem influência financeira e organizacional como também – e principalmente – humanitária, o que leva a uma maneira de pensar totalmente diferente.

Veja o melhor que você pode fazer em meio a este surto para, assim, fazer com que ele seja o mais breve possível.

Dicas de gestão para sua empresa em meio ao surto do novo Coronavírus

Provavelmente, será preciso tomar algumas decisões que jamais foram tomadas em seu negócio, mas que são necessárias neste momento. Confira:

Esteja preparado para mudanças

Este surto é algo pelo qual muitas pessoas nunca passaram em suas vidas, ou seja, é normal se sentir um tanto quanto perdido.

É fato que houve outros ao longo do tempo, como o SARS (síndrome respiratória aguda grave), que aconteceu entre 2002 e 2003, mas o número de infectados ao longo de aproximadamente 10 meses foi de “apenas” 8.098 pessoas, com 774 mortes, de acordo com o Centers for Disease Control and Prevention.

Em números, o SARS-CoV-1 (SARS que vimos anteriormente) é algo bem menor que o SARS-CoV-2 (o novo Coronavírus), tanto em número de infectados quanto de mortos, perdendo apenas em relação à taxa de mortalidade. Porém, é inegável que a situação que vivemos atualmente tem uma escala muito maior.

Por isso, um dos primeiros cuidados é que você esteja preparado para mudanças em sua rotina, as quais são necessárias;

Conheça as mudanças para o seu setor fiscal

A parte fiscal e tributária de sua empresa fatalmente será afetada, seja pela redução da demanda ou por outros motivos, e é importante estar atento a isso.

Nós temos um conteúdo sobre as consequências do novo Coronavírus para o seu setor fiscal, que as detalha com maior riqueza de detalhes. Porém, a mudança dos prazos de alguns impostos é uma das principais, além de eventuais novidades que podem ser anunciadas pelos órgãos competentes.

Fique atento às determinações legais e evite problemas.

Veja também: Impostos atrasados: como lidar com a situação?

Se possível, adote o home office…

De acordo com dados do IBGE, 3,8 milhões de brasileiros trabalhavam em casa em 2018, o que representava 5,2% do total de trabalhadores ocupados no país naquela época.

É fato que ainda há um certo receio por parte dos empregadores neste sentido, mas o mundo percorre um caminho em que tal modalidade de trabalho será cada vez mais comum. Com o surto de Coronavírus, esta verdade se mostra muito mais forte.

Ao invés de adotá-lo por opção, as empresas estão tendo que fazê-lo por necessidade, já que as orientações são de ficar em casa para evitar a propagação do vírus e, assim, poder “achatar a curva”, de modo que não haja um pico de contágio superior à capacidade dos sistemas de saúde pública e privada.

Uma excelente alternativa é a adoção do home office neste momento, o que ajuda na produtividade de sua empresa sem colocar a saúde e a integridade dos funcionários (e de toda a população) em risco, o que é ainda mais importante.

…mas se não for, dispense os funcionários

Algumas atividades não podem ser exercidas remotamente. Se for este o caso, considere dispensar seus colaboradores pelo período de tempo em que a pandemia estiver acontecendo.

É importante colocar os interesses humanitários à frente dos profissionais neste momento. A economia já está vivendo uma situação negativa, o que infelizmente tende a aumentar com o passar do tempo, embora não haja como evitar que isso aconteça.

Mesmo com a dispensa, porém, se for possível, continue pagando seus funcionários. Afinal de contas, eles precisam de sua remuneração para as despesas mensais e compras domésticas, o que é inalterado mesmo em tempos de crise.

Abrir mão de melhores resultados financeiros temporariamente contribuirá para algo que não tem preço: a preservação da vida humana e a eliminação, o quanto antes, dessa pandemia que assola todo o mundo.

Atente-se aos estabelecimentos que devem ser fechados

Além da questão opcional, também é importante conferir quais são as exigências federais, estaduais e municipais em termos das empresas estarem ou não abertas durante a pandemia.

Em São Paulo, por exemplo, o Governo determinou quarentena em todo o estado a partir de 24 de março, com validade de 15 dias e passível de renovação, extensão ou supressão conforme necessário. Apenas serviços essenciais de alimentação, abastecimento, saúde, bancos, segurança e limpeza devem continuar a atuar.

Busque maiores informações sobre o seu estado ou cidade e cumpra atentamente o que determina a lei, fator que pode ter influência direta na contenção da propagação do vírus.

Contenção do novo Coronavírus: o humanitário deve vir antes do corporativo

Nós já falamos por aqui sobre como organizar uma empresa e como sair da crise financeira, entre outros assuntos voltados à gestão de negócios. O atual momento, porém, demanda procedimentos e processos diferentes.

Ao invés de ter como objetivo o fortalecimento da sua empresa, o que costuma ser praxe, é vital que se coloque, neste momento, a preservação da vida humana em primeiro lugar, o que passa pelo fato de proteger os colaboradores ao máximo e, por consequência, todas as demais pessoas.

As consequências econômicas causadas pela pandemia do novo Coronavírus ainda não são plenamente conhecidas, mas pode-se imaginar um pouco do que deve acontecer ao analisar a recessão pela qual vários países estão passando.

Não há como fugir do fato de que haverá prejuízos financeiros, os quais já se observam desde agora, mas este não deve ser o foco. Quanto antes a situação puder ser controlada, mais rapidamente poderemos retomar os caminhos normais e, assim, fazer com que o mundo volte à sua rotina.

Por aqui, a equipe do WebDFe se coloca à disposição para ajudar nossos clientes com o que puder ser feito. Além disso, lembramos que você pode fazer um teste grátis e sem compromisso por 7 dias do nosso portal de emissão de documentos fiscais.

Cuide-se, fique em casa e faça o que estiver ao seu alcance para que, o quanto antes, essa pandemia transforme-se em um capítulo passado na história!

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WebDFe - Como gerenciar sua empresa com a pandemia do novo Coronavírus

Quais são as consequências do novo coronavírus para o seu setor fiscal?

Saiba quais são as mudanças trazidas por este surto em sua empresa.

Seja nos telejornais, nas redes sociais, nos sites de notícias ou em quaisquer outros veículos e formatos de comunicação, é certo que o novo coronavírus é o assunto mais comentado, o que é perfeitamente compreensível pelas dimensões que o surto tomou.

Além de um problema de saúde global, estimado em ter contaminado mais de 343 mil pessoas e levado mais de 14 mil a óbito, de acordo com o Worldometer, há consequências diretas à sua empresa, entre elas as que afetam o setor fiscal.

Portanto, é importante saber o que pode ser feito para amenizar os efeitos desta crise e, na medida do possível, manter o seu negócio funcionando de acordo com todas as exigências. Confira as dicas que separamos para ajudá-lo neste sentido.

Pandemia do novo coronavírus: o que isso tem a ver com o setor fiscal da minha empresa?

Como não poderia ser diferente, o mundo está se adaptando ao SARS-CoV-2, que é o nome técnico do vírus. Entre tantas mudanças, algumas se aplicam especialmente ao setor fiscal e devem ser observadas por sua empresa para que ela mantenha suas atividades.

É fato que nós já comentamos por aqui sobre temas similares, como operar o setor fiscal de uma empresa com excelência e aplicar técnicas de otimização do departamento fiscal. Neste momento, porém, provavelmente sua empresa não poderá alcançar tal excelência, já que trata-se de um problema sério e global.

Ainda assim, algumas informações e adaptações são importantes, especialmente olhando para o cenário do Brasil. Confira:

Prorrogação do pagamento do Simples Nacional

Se a sua empresa se enquadra no regime tributário do Simples Nacional, o que, entre outras exigências, só pode ser feito por quem atua em alguns CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), o pagamento dos impostos será prorrogado em três meses.

É isso o que afirma a Resolução CGSN nº 152, de 18 de março de 2020, que diz, em seu Artigo 1º, que “em função dos impactos da pandemia do Covid-19, as datas de vencimento dos tributos federais […] ficam prorrogadas”.

É importante ressaltar que tais tributos são aqueles que constam na guia do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), o que não contempla outros impostos, como ICMS e ISS.

Tal prorrogação se aplica aos meses de março, abril e maio, com as datas tendo sido reajustadas da seguinte forma:

  • – Período de apuração Março de 2020, com vencimento de 20 de abril de 2020, terá vencimento em 20 de outubro de 2020;
  • – Período de apuração Abril de 2020, com vencimento de 20 de maio de 2020, terá vencimento em 20 de novembro de 2020;
  • – Período de apuração Maio de 2020, com vencimento de 22 de junho de 2020, terá vencimento em 21 de dezembro de 2020.

É importante ressaltar que a cobrança de tais períodos não foi extinta, mas sim reajustada. Portanto, é essencial se planejar em sua empresa para não esquecer de fazer o pagamento dos tributos e, assim, evitar problemas posteriores.

Existe a possibilidade de que haja prorrogação de outros períodos, mas até o momento de criação deste conteúdo, a última determinação a este sentido é a que consta acima.

Confira também: Impostos atrasados: como lidar com a situação?

Prorrogação do ICMS do Simples Nacional para comércios em Alagoas

Existe uma exceção sobre o que comentamos acima para as empresas de Alagoas. Como a guia DAS do estado já inclui o ICMS em seu valor, o pagamento do ICMS também será prorrogado.

Tal informação consta no Comunicado SEF nº 01/2020, o qual, por sua vez, foi divulgado no Diário Oficial do Estado de Alagoas de 20 de março de 2020. Com isso, as datas de pagamento ficaram assim:

  • – Apuração Março de 2020, com vencimento original em 20 de abril de 2020, passa a vencer em 20 de julho de 2020;
  • – Apuração Abril de 2020, com vencimento original em 20 de maio de 2020, passa a vencer em 20 de agosto de 2020;
  • – Apuração Maio de 2020, com vencimento original em 22 de junho de 2020, passa a vencer em 20 de setembro de 2020.

Possível prorrogação do pagamento de impostos municipais e estaduais

No que tange aos impostos estaduais e municipais, cuja responsabilidade é, respectivamente, dos governos e das prefeituras, pode ser que haja algumas facilidades e prorrogações para seu pagamento.

Um exemplo é a decisão tomada pelo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, que afirmou que alguns tributos de estabelecimentos que terão que ser fechados por serem propícios à aglomeração de pessoas, como o IPTU, especialmente dos meses de abril, maio e junho, terão seu pagamento adiado por 90 dias.

Tal determinação consta no Decreto nº 17.308, de 19 de março de 2020, que prevê um adiamento de 90 dias para o pagamento, o que certamente pode ser um desafogo para quem foi diretamente atingido pelo surto do novo coronavírus em seu negócio.

Para saber se o seu estado ou município tomou alguma medida similar, busque maiores informações nos perfis oficiais nas redes sociais, nos sites oficiais ou entrando em contato através de seus canais de atendimento.

Propostas da CNI para a Indústria

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou uma proposta com 37 medidas ao governo, de modo que empresas que atuam na área possam enfrentar a crise do novo coronavírus com o mínimo possível de prejuízos financeiros e operacionais.

Algumas das medidas foram a facilitação ao acesso a capital de giro; intensificação do uso das linhas de crédito do BNDES Finame Materiais e do BNDES Crédito Pequenas Empresas; oferecimento de hedge cambial com melhores condições pelos bancos públicos e o adiamento de todos os tributos federais por 90 dias.

As propostas podem ser conferidas neste link. Elas foram encaminhadas ao presidente da República, aos ministros da Economia e do Desenvolvimento Regional; aos presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados; e a líderes de partido e blocos partidários.

Cabe ressaltar, porém, que isso não significa que o governo adotará tais medidas. É importante ficar de olho nas divulgações oficiais para saber se e quais entrarão em vigor.

Luta contra o novo coronavírus impacta em seu setor fiscal

Entre medidas que já estão vigentes e outras ainda pendentes de análise e/ou aprovação, essas são algumas das principais que impactam na gestão fiscal das companhias. É essencial que sua empresa esteja atenta a qualquer nova determinação, de modo a estar perfeitamente alinhada com elas.

O surto do novo coronavírus pode durar por alguns meses, com consequências capazes de ultrapassar este período, o que significa que todo cuidado é necessário para não perder o controle da organização financeira.

Por aqui, nós do WebDFe queremos prestar todo o apoio possível para sua empresa neste momento difícil. Nosso portal de emissão de documentos fiscais eletrônicos pode ajudar a tornar esta tarefa mais simples, rápida e segura, o que é essencial durante a luta contra uma crise de tão larga escala.

Além disso, também ressaltamos que você pode fazer um teste grátis por 7 dias do sistema, o que já deve ajudar bastante a lidar com o assunto sem trazer qualquer implicação financeira. O teste é sem compromisso e, depois de encerrado, você pode optar por continuar ou não sendo nosso cliente.

WebDFe e você: juntos contra a pandemia do novo Coronavírus.

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WebDFe - Quanto custa abrir uma empresa para começar a empreender

Quanto custa abrir uma empresa para começar a empreender?

Saiba o que te separa da realização do seu sonho (é menos do que imagina!)

Se você tem o desejo de começar a empreender, provavelmente já procurou quanto custa abrir uma empresa, não é? Além da possibilidade de ganhar mais, ser o dono do seu próprio negócio é algo que mexe com o brio de muitos trabalhadores Brasil afora.

Além disso, as dificuldades recentemente enfrentadas pela economia brasileira, que ainda refletem no cenário atual, fizeram com que o sonho se transformasse em uma possibilidade ainda mais real para a obtenção de renda.

Se veio atrás de informações sobre os custos para abrir sua empresa, saiba que chegou ao lugar certo! Confira conosco algumas estimativas de valores, bem como dicas importantes para entender como proceder.

Quanto custa abrir uma empresa?

Não existe uma resposta definitiva. Tudo depende do que você planeja fazer, pois os valores são diferentes para cada objetivo.

O brasileiro está muito interessado em empreender nos últimos tempos. De acordo com o relatório “Empreendedorismo no Brasil – Relatório Executivo 2018”, a taxa total de empreendedorismo (TTE) foi de 38% entre a população de 18 a 64 anos, o que representa 51,972 milhões de pessoas.

Basicamente, é como se a cada cinco brasileiros adultos, dois fossem empreendedores, independentemente do estágio que ocupam nessa atividade. Os números são bastante positivos!

Se você não faz parte desta estatística, pode ser pelo fato de achar que começar a empreender demande um investimento muito elevado, o qual não cabe em seu orçamento agora. Este, felizmente, é um pensamento equivocado.

É fato que quem deseja saber como começar a empreender geralmente precisa de dinheiro, seja para comprar matéria-prima, equipamentos ou mesmo para dar os primeiros passos do negócio em outras áreas, mas as quantias não precisam ser assustadoras.

Como não é possível trazer uma resposta definitiva sobre os custos de uma nova empresa, o que podemos fazer é dar algumas dicas de como começar um negócio com pouco dinheiro. Dá só uma olhada!

Como começar a empreender com pouco dinheiro?

Depois de dar os primeiros passos e começar a faturar, será possível pensar em passos mais avançados para tornar o sonho do empreendedorismo em realidade!

Torne-se MEI

Seja qual for o segmento da sua empresa, o ideal é que tudo seja feito de acordo com as exigências legais, de modo a evitar quaisquer imprevistos e problemas que possam se suceder com o passar do tempo.

Tornar-se Microempreendedor Individual (MEI) é um excelente caminho para quem quer saber como começar a empreender, já que a alternativa permite que você se transforme em uma pessoa jurídica e, portanto, desfrute dos benefícios disponíveis para as empresas.

O assunto foi abordado algumas vezes aqui no blog. Já explicamos como se tornar MEI, em um processo que é bem mais simples do que você pode imaginar, inclusive em termos financeiros.

Só para ter uma ideia, é possível ter sua própria empresa pagando menos de R$ 55 por mês, e o melhor, com isenção de impostos, o que é excelente para economizar integralmente dentro do que exige a lei.

Em outra oportunidade, esclarecemos que MEI emite nota fiscal, ou seja, é perfeitamente apto a atender a empresas dos mais diferentes portes em conformidade com as exigências legais e também com seus procedimentos internos.

Neste caso, quem deseja saber quanto custa abrir uma empresa deve saber que precisa pagar algo em torno de R$ 55 mensais (valores de 2020), os quais inclusive contam como tempo de contribuição para a Previdência Social.

Uma das exigências do MEI é que seu faturamento anual seja de, no máximo, R$ 81 mil, o que significa, na média, R$ 6.750 por mês, o que é uma bela quantia e, inclusive, um valor maior do que muitos recebem em vagas de trabalho como CLT, por exemplo.

Caso o valor anual exceda os R$ 81 mil, então é necessário proceder com o desenquadramento MEI, que é quando o negócio dá um passo adiante e passa a ser considerado como Microempresa (ME), com obrigações legais diferentes do que tinha o microempreendedor individual.

É importante ressaltar, porém, que nem todas as atividades podem ser prestadas através de um MEI, como mostra esta lista. Quando for este o caso, o melhor a se fazer é começar uma microempresa e seguir a todas as suas exigências.

Para maiores informações, acesse o Portal do Empreendedor e tire as demais dúvidas. É através do portal, inclusive, que os MEIs têm acesso a vários procedimentos e processos exclusivos.

Faça suas economias

Não há muitas despesas no que tange ao atendimento das leis, mas isso não significa que quem deseja começar a empreender não terá nenhum gasto, pelo contrário. A partir do momento que se é o dono do próprio negócio, é necessário correr atrás de tudo o que está relacionado à sua manutenção.

Portanto, se você deseja atuar como comerciante, por exemplo, precisará adquirir os produtos e/ou materiais necessários para poder vender, o que demanda um certo investimento, que pode ser maior ou menor de acordo com cada área.

Em relação à prestação de serviços, também pode ser necessário adquirir equipamentos, ferramentas, materiais e afins, de modo que se tenha tudo o que for necessário para a realização da atividade proposta.

É importante, porém, se lembrar de que isso é considerado como um investimento em seu próprio negócio, não como uma despesa.

Se possível, continue com seu emprego formal e comece um MEI para se habituar

Se você tiver essa possibilidade, mantenha seu emprego formal, inicie um MEI e toque ambas atividades ao mesmo tempo.

É fato que o potencial de geração de resultados financeiros será menor, já que, por enquanto, não será possível se dedicar integralmente ao seu empreendimento, mas isso te permitirá se habituar com a nova realidade e seus procedimentos, da conquista de clientes à emissão de notas fiscais.

Então, depois que já estiver familiarizado com o ambiente empreendedor, você tem a opção de tocar exclusivamente sua empresa, com muito mais tranquilidade e confiança do que se fizesse isso de imediato.

Veja também: Descomplique sua emissão de notas fiscais eletrônicas

Quanto custa abrir uma empresa? Menos do que você imaginava!

Com apenas R$ 55 mensais, já é possível ser o dono do seu próprio negócio, com CNPJ e tudo mais, desde que a atividade desejada esteja entre as possíveis para os microempreendedores individuais.

É claro que os valores podem ser maiores de acordo com sua área de atuação, mas isso já desmistifica o fato de que é preciso ter muito dinheiro para ter uma empresa em seu nome e, assim, realizar o seu sonho.

Depois de saber quanto custa abrir uma empresa, uma dica valiosa que te damos é contar com o WebDFe, um portal de emissão de documentos fiscais eletrônicos que centraliza tais atividades e, assim, traz muito mais praticidade ao seu negócio. Faça um teste grátis por 7 dias e conheça todas as funcionalidades!

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WebDFe - O que é desoneração fiscal_ Qual é sua finalidade

O que é desoneração fiscal? Qual é sua finalidade?

Entenda qual é o significado deste termo tão comentado.

Você sabe o que é desoneração fiscal? Não tem problema caso não saiba, pois mesmo que seja um termo tão comentado nas mídias, nem todos sabem exatamente qual é o seu significado.

Uma palavra difícil como essa pode fazer parecer que o termo é algo demasiadamente complicado de entender, o que felizmente não é verdade, como você mesmo poderá comprovar ao saber qual é seu significado.

Venha conosco para entender o que isso quer dizer, quando o termo é utilizado, qual é o objetivo da desoneração, quem pode ganhar com isso e muito mais!

O que é desoneração fiscal?

É a diminuição da carga tributária, o que consequentemente significa que a arrecadação de impostos por parte dos órgãos competentes será reduzida.

É importante comentar que este é um termo que merece atenção, já que por vezes é utilizado de maneira equivocada até mesmo na mídia, confundido com renúncia fiscal, em que costuma aparecer em diversas ocasiões.

A renúncia fiscal

Nós já falamos por aqui sobre o que são incentivos fiscais. Também chamados de benefícios fiscais, eles são oportunidades que os órgãos públicos oferecem às empresas para que estas possam economizar no pagamento de impostos federais, bem como dos impostos estaduais e municipais.

Por exemplo, um município pode oferecer condições especiais em termos de benefícios fiscais para que grandes empresas se instalem ali. Embora haja uma redução na arrecadação quando comparada ao valor original, a geração de empregos e a obtenção de outros impostos contrabalanceia a conta.

Há também os benefícios fiscais sociais, que ocorrem quando as empresas investem um valor que antes seria destinado ao pagamento de impostos em iniciativas para cultura, inovação, tecnologia, esporte e pesquisa científica, entre outras áreas.

Ao mesmo tempo que os municípios, unidades federativas e a União são beneficiados, ainda que de maneira indireta, pelos investimentos feitos pelas empresas, a arrecadação tributária passa a ser menor do que seria caso tais incentivos não fossem concedidos.

A este valor que deixa de ser arrecadado, atribui-se o nome de renúncia fiscal, já que o poder público “recusou” receber tais valores para que estes fossem investidos de outras formas.

O exemplo da Lei Kandir

Tomemos como exemplo a Lei Kandir, nome pelo qual a Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996, é conhecida. Ela dispõe sobre a isenção do pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) em relação à exportação de produtos primários.

O objetivo desta lei foi aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional, o que é uma boa ideia, de fato, mas por outro lado faz com que os valores deste imposto, de competência estadual, deixem de ser arrecadados pelas unidades federativas.

Até o ano de 2002, a União era obrigada a ressarcir os cofres estaduais em relação à isenção da Lei Kandir. Porém, a partir de 2004, tais repasses deveriam ser negociados entre o Ministério da Fazenda e os governadores, o que não estava dando muito certo.

No ano de 2016, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu um ano para que o Congresso Nacional aprovasse uma lei para fixar novos critérios para compensar os valores. Porém, o Tribunal de Contas da União (TCU) definiu que o governo federal não deve ressarcir os estados.

De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, nome pelo qual é mais conhecida a Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, a redução na receita, quando resultante de atos determinados pelo Governo Federal, não é considerada como renúncia fiscal, mas sim como desoneração fiscal.

A desoneração fiscal propriamente dita

Sendo assim, pode ser definida como desoneração fiscal a redução da carga tributária, a qual faz com que haja uma renúncia na arrecadação de um dado valor.

A desoneração é algo que atende a um segmento em geral, sendo que todos os participantes podem desfrutar do que foi oferecido, sem qualquer necessidade de solicitar a permissão dos órgãos públicos para tal.

O objetivo é incentivar o desenvolvimento de setores específicos da economia, ainda que isso seja feito apenas por um período temporário, já que tais mudanças não podem ser consideradas como permanentes na legislação.

Quais são os impactos da desoneração fiscal?

Depois de saber o que significa desoneração fiscal, podemos compreender quais são as consequências de sua aplicação.

No âmbito das empresas, elas podem economizar em relação ao pagamento de impostos, o que pode dar um desafogo importante em seu orçamento a curto e médio prazo.

Já para o governo, a falta de arrecadação dos impostos também pode ter um impacto em seu orçamento, embora este nem sempre seja positivo, tendo em vista que aquele valor, que talvez até estivesse previsto em suas contas, não mais estará disponível.

Porém, em prol do desenvolvimento da União, das unidades federativas e dos municípios, esta é uma perda que pode se reverter na forma de arrecadações fiscais posteriores, além de ser uma medida que também agrada à população e às empresas.

A medida não é nenhuma novidade e também não deve estar em suas últimas aparições por parte do poder público. Portanto, é importante ficar atento para as novas oportunidades de desoneração fiscal, o que pode beneficiar a empresas de diferentes portes e segmentos.

Desoneração fiscal: uma oportunidade interessante de economizar em sua empresa

Faz parte das atribuições do poder público pensar em alternativas para beneficiar os diferentes setores da economia, os quais posteriormente também ajudarão o governo por meio da arrecadação fiscal, ou seja, todos podem ser ajudados neste processo.

Depois de entender o que significa desoneração fiscal e renúncia fiscal, fica claro que elas podem movimentar milhões (e até bilhões) de reais todos os anos na economia nacional, e pode chegar o momento em que a sua empresa também poderá se beneficiar disso.

Para tal, porém, é importante que as obrigações fiscais de sua empresa estejam todas em dia, de modo que ela esteja apta a desfrutar das iniciativas de renúncia fiscal propostas pelo governo e, assim, economizar ao mesmo tempo em que contribui com o desenvolvimento da sociedade.

Agora que você já tirou as dúvidas sobre o que é desoneração fiscal e entendeu como é fundamental manter tudo em ordem, que tal contar com o WebDFe para ajudá-lo na gestão fiscal do seu negócio? Faça um teste grátis por 7 dias e comprove todos os benefícios que temos a te oferecer!

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WebDFe - É possível reduzir a carga tributária nas empresas

É possível reduzir a carga tributária nas empresas?

Entenda se existe essa possibilidade.

Você provavelmente já ouviu o termo carga tributária, não é? Mesmo quando não se sabe exatamente qual é o seu significado, é quase que imediato remeter a algo relacionado aos impostos, o que, de fato, está certo.

Por consequência, quando se pensa em impostos, também se lembra das empresas, que devem pagar tributos sobre os produtos e serviços que oferecem ao mercado, o que por sua vez encarece seu preço.

Um fator que poderia diminuir os preços dos produtos e serviços das empresas, portanto, seria a redução da carga de impostos, correto? Assim, mais dinheiro poderia chegar aos cofres da companhia e, assim, ela poderia reduzir os valores sem ter seus orçamentos prejudicados.

Porém, a questão não é tão simples quanto parece, em especial no Brasil, que infelizmente é um dos países com maior carga tributária do mundo, além de uma complexidade bem alta no que tange ao pagamento de impostos, combinação cujos resultados estão longe de ser agradáveis.

Por outro lado, ainda que seja um assunto complexo, existe um meio de se reduzir a carga de impostos pelas empresas sem que elas sejam prejudicadas, o que pode revolucionar de uma vez por todas a gestão fiscal do seu negócio.

Vamos entender mais sobre o tema para, então, analisar a possibilidade e viabilidade de proceder com tal redução.

O que é carga tributária?

É o resultado do cálculo dos tributos que foram arrecadados pelo Governo Federal em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do país em um determinado ano. Em outras palavras, o valor mostra quanto da arrecadação total de um país é oriunda do pagamento de impostos.

Para ficar mais fácil de entender, vale a pena se basear em um exemplo prático. O PIB do Brasil foi de R$ 6,9 trilhões em 2018, de acordo com o IBGE. Já uma estimativa do Tesouro Nacional indicou que a carga tributária no país, no mesmo ano, foi de 33,58% do PIB, ou seja, R$ 2,317 trilhões.

O número é bastante elevado e pode até ser um pouco maior, já que de acordo com cálculos de economistas, a carga tributária brasileira foi de 35,07% no ano de 2018, o que equivaleria a R$ 2,419 trilhões.

É interessante analisar a lista de países por carga tributária, disponível na Wikipédia, que de acordo com dados da Heritage Foundation referentes a 2019 coloca o Brasil na 31ª posição global em relação à carga tributária, atrás de países como Israel, Rússia, Portugal, Argentina, Espanha, Cuba, Itália e Noruega.

Na América Latina, o único país com carga tributária maior que a do Brasil é a Argentina, mas ao olhar sob o âmbito global, há países em que ela é bem mais alta, como Áustria (43,4%), Noruega (43,6%), Finlândia (43,6%) Bélgica (46,8%), Dinamarca (49%) e Zimbabwe (49,3%), além do líder Kiribati (69,7%).

O que a carga tributária brasileira quer dizer sobre o país?

Que a arrecadação de impostos é responsável por mais de ⅓ do PIB, o que é um valor considerável, de fato, mas não tão espantoso ao olhar para números de outras nações.

Nós já comentamos sobre quais são os impostos federais, bem como sobre os impostos estaduais e municipais, que estão presentes em grande quantidade para arcar com os custos da União, das unidades federativas e dos municípios, de modo que os serviços públicos se tornem possíveis.

A forma com a qual os impostos são arrecadados e como esse dinheiro é utilizado são questões que podem criar um debate intenso e que não serão abordadas aqui, mas é fato que boa parte do dinheiro que vai para os cofres da União (e consequentemente para as outras esferas do poder público) vem dos impostos.

É realmente possível reduzir a carga tributária das empresas?

Sim. Depois de esclarecer o que é este conceito e qual é sua influência, torna-se possível saber como este processo pode funcionar.

Mesmo sem entrar em detalhes tão técnicos, é importante saber que existe a classificação de produtos, que é o enquadramento fiscal que eles recebem e sobre o qual incidem as alíquotas, bases de cálculo e isenções.

Tal enquadramento se dá por meio da Nomenclatura Comum do Mercosul, mais conhecida pela sigla NCM. É por ela que as mercadorias recebem um único código numérico, o que facilita sua identificação.

Porém, a escolha deste NCM é algo que deve ser feito com total atenção, já que a opção por uma classificação errada pode fazer com que a incidência de impostos seja muito maior sobre o produto, o que, por sua vez, contribui para o aumento da carga tributária brasileira.

É para que isso não aconteça que existe o termo chamado de elisão fiscal, em que as empresas buscam fazer o que está dentro das leis para diminuir a incidência de impostos sobre os produtos da empresa, de modo que a arrecadação tributária diminua e, consequentemente, que sua rentabilidade aumente.

Portanto, para que a carga tributária diminua, é preciso ter uma gestão fiscal pautada na excelência, administrada por profissionais com todo o conhecimento técnico e prático necessários, de modo a fazer com que a companhia possa desfrutar do que há de melhor.

Veja também: Otimização do departamento fiscal: 5 dicas para você aplicar agora

Carga tributária brasileira: uma realidade necessária

Independentemente do que se pensa sobre o assunto, é fato que a arrecadação de impostos existe e é essencial para a manutenção dos serviços públicos da forma como os conhecemos, cabendo às empresas se adaptarem a esta realidade.

O que está na alçada das empresas é atuar de acordo com as melhores técnicas e práticas de gestão fiscal, de modo que elas possam cumprir integralmente o que a lei exige, mas de uma maneira inteligente e bem planejada, que as faça economizar o máximo possível sem cometer a indesejada evasão fiscal.

Depois de saber o que é carga tributária, fica claro que o assunto demanda bastante atenção e dedicação, o que fica muito mais fácil com o auxílio de um portal que centralize a emissão de vários documentos fiscais e, assim, permita que a empresa economize tempo e recursos financeiros.

O WebDFe é um portal de emissão de documentos fiscais eletrônicos capaz de ajudá-lo a lidar com a carga tributária, já que até realiza automaticamente o cálculo de alguns impostos, o que é de grande ajuda para qualquer empresa. Conheça e veja como a gestão fiscal tem muito a ganhar com ele!

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WebDFe - Bilhete de passagem eletrônico_ quais empresas precisam emitir

Bilhete de passagem eletrônico: quais empresas precisam emitir?

Entenda quando é necessário emitir o documento.

Você já ouviu falar sobre bilhete de passagem eletrônico? Este é um documento relativamente recente, mas que já está em vigência, ou seja, quem deve emiti-lo e não o faz está indo de acordo com as determinações legais!

Nem todas as empresas a que ele se destina o conhecem bem, o que pode trazer problemas a curto, médio e longo prazo, ou seja, saber exatamente o que ele é e quando deve ser emitido é essencial para uma gestão fiscal organizada.

Venha conosco para entender sobre este importante documento e sua finalidade!

O que é o bilhete de passagem eletrônico?

Também referido como BPe ou BP-e, é um documento eletrônico instituído pelo Ajuste SINIEF 01, de 7 de abril de 2017, em uma decisão que foi tomada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) e pelo secretário da Receita Federal do Brasil (RFB) na 164ª Reunião Ordinária do CONFAZ.

O bilhete de passagem eletrônico, modelo 63, aparece na cláusula primeira do ajuste citado. Seu uso depende da decisão de cada unidade federativa e é destinado aos contribuintes do ICMS sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.

Em outras palavras, ele é voltado a empresas que atuam com o transporte interestadual e intermunicipal de passageiros.

Ainda na cláusula 1ª do Ajuste SINIEF 01 constam os documentos que o BPe substituiu, que são os seguintes:

I – Bilhete de Passagem Rodoviário, modelo 13;
II – Bilhete de Passagem Aquaviário, modelo 14;
III – Bilhete de Passagem Ferroviário, modelo 16;
IV – Cupom Fiscal Bilhete de Passagem emitido por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).

Posteriormente, foi adicionado o inciso V ao caput da referida cláusula através do Ajuste SINIEF 21/19, que autorizou ao bilhete de passagem eletrônico substituir também o Resumo do Movimento Diário, modelo 18, o que fez com que o BPe passasse a substituir cinco outros documentos.

O Documento Auxiliar do BP-e (DABPE) é instituído também no Ajuste SINIEF 01/17 e tem como objetivo facilitar operações de embarque, bem como as consultas ao documento, que podem ser feitas pela internet através da chave de acesso ou da leitura de um código QR.

Quais empresas devem emitir o BP-e?

Mesmo depois desta explicação mais técnica, pode ser que você ainda tenha ficado com algumas dúvidas em relação a quem realmente precisa emitir o documento eletrônico, mas fique tranquilo, pois vamos saná-las.

O § 1º do ajuste que instituiu o BPe diz que ele tem por intuito documentar o transporte de passageiros, seja este feito por terra, pela água ou sobre trilhos.

Portanto, fica claro que as empresas que devem emitir o bilhete de passagem eletrônico são as empresas de ônibus, balsas, trens e metrôs, entre outras, desde que se enquadrem nos requisitos citados anteriormente, seja qual for o seu estado de atuação.

Existe, porém, uma exceção para a obrigatoriedade da emissão do bilhete de passagem eletrônico, que é para as empresas que atuam estritamente dentro do município.

Existe algum prazo para começar a emitir o BPe?

Sim. Originalmente isso não estava previsto no Ajuste SINIEF 01/17, mas uma determinação posterior, que apareceu no Ajuste SINIEF 08/18, mudou tal definição.

A cláusula 18ª-A previu dois diferentes prazos, que são os seguintes, tendo que ser seguidos pelas respectivas empresas:

– 1º de janeiro de 2019: empresas de transporte interestadual e internacional de passageiros;

– 1º de julho de 2019: prestadoras de serviços de transporte intermunicipal de passageiros.

Portanto, ainda que tenha havido dois prazos para que o BPe passasse a ser necessário, hoje ambos são obrigatórios por todas as empresas que se enquadram nos respectivos critérios.

Quais são os benefícios do bilhete de passagem eletrônico para as empresas?

Ainda que seja uma obrigatoriedade, isso não significa que o documento não tenha suas vantagens, muito pelo contrário! Algumas das que mais se destacam são as seguintes:

– Maior praticidade. O BPe veio para substituir cinco diferentes documentos, o que significa que as empresas terão muito menos trabalho para cumprir as exigências legais do que tinham antes, sem contar que sua emissão é eletrônica e, portanto, mais simples do que quando os documentos tinham que ser feitos em sua forma física.

– Melhor organização. Saber como operar o setor fiscal de uma empresa com excelência não é tarefa fácil, já que são muitas obrigações com as quais se deve lidar. Com o BP-e e sua substituição a outros cinco documentos, a organização também se torna bem melhor do que antes.

– Adoção às novas tecnologias. Os documentos eletrônicos vieram para substituir os físicos e proporcionar uma série de benefícios, o que é um caminho sem volta (felizmente). O bilhete de passagem eletrônico está totalmente alinhado com as necessidades da sociedade moderna, até mesmo na consulta do DABPE por meio de uma chave de acesso ou código QR, o que é simples e eficiente.

– Padronização dos procedimentos. Por se aplicar a empresas que atuam em diferentes modais no que tange ao transporte de passageiros, os procedimentos tornam-se padrão entre elas, o que facilita até mesmo para os órgãos que os recebem e analisam.

Como emitir o BPe?

Diferente do que já aconteceu com outros documentos eletrônicos instituídos pelo governo, como o CTe, o BP-e não conta com um emissor gratuito. Isso significa que as empresas devem procurar por um emissor pago para que estejam aptas a cumprir com suas obrigações.

Além disso, é necessário que elas tenham uma assinatura digital, o que não é nada de tão complicado, tendo em vista que ela também é requisitada para a emissão de outros documentos digitais.

O WebDFe é um portal de emissão de documentos fiscais por meio do qual é possível emitir o BPe facilmente, bem como vários outros documentos eletrônicos, tudo isso com a praticidade que sua empresa merece e mediante um investimento que cabe em seu orçamento.

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